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A História de Kuan Yin

kuan yin

A sua distância até a Luz é a mesma distância
de sua mente ao seu coração.
Kuan Yin

 

Com o propósito de bem mais entender tudo que envolve este ser celestial, vamos buscar, a partir do processamento das informações coligidas no tempo, ou seja, enveredar pelo aspecto histórico, ainda que não seja de forma a esgotar o tema, mas com o desiderato de levar o leitor à compreensão dos conceitos, às vezes, enigmáticos a seu respeito, porquanto podemos observar que há diferentes cultos e diferentes visões que levaram à construção de iconografias no Tibet, China, Japão, enfim os povos asiáticos.
Em princípio, sabemos que a maioria das pessoas se refere à Kwan Yin como sendo um ser feminino, mas talvez desconheçam a verdadeira história a seu respeito, uma vez que, por longo tempo era cultuada portando a forma de um ser masculino. Pode parecer que seja um contrassenso para aqueles que estão acostumados a chamá-la por Senhora, mas não é de se estranhar que devido à sua energia maravilhosa e divina, os que a ela se afeiçoam tendem a não aceitar sequer uma possibilidade que possa ir contra os conceitos que possuem.
Vamos buscar, então, explicar em face de contexto que nos chegou ao conhecimento, a razão que nos levou a tal afirmação, considerando que independentemente da conclusão em que se possa chegar, em nada irá mudar o trabalho que é desenvolvido pela Bodhisattva em razão de sua natureza primordial evolutiva, e cujo trabalho tem auxiliado milhares de pessoas no mundo inteiro, sem fronteiras e de diferenças de raças ou credos. Gradativamente acrescentar-se-ão informações pertinentes e com o fito de transportar o amigo(a) leitor ou leitora nesta viagem.
Kuan Yin (que percebe os sons) ou Kwan-Shi-Yin (que percebe os sons do mundo) é o nome chinês para Bodhisattva da Compaixão, que foi adorado pelo mundo budista. Há uma enorme popularidade deste Bodhisattva, tanto que há um ditado chinês que perfeitamente a descreve, com o seguinte teor: Todo mundo sabe como cantar O Mi para fo (Amitabha) e cada família adora Kuan Yin.
Por qualquer influência costumeira local que seja sempre há um nome atribuído a Kwan Yin, quer sob a influência chinesa ou japonesa, quer sob a influência coreana ou vietnamita, todos usaram os mesmos nomes, tais quais: Kannon Bosatsu ou Kanseon em japonês, Kwanse em coreano, Cherenzig em tibetano e Quan-in em vietnamita. No entanto, o culto de Avalokistevara, é claro, não se limita à Ásia Oriental, mas se extende por toda a Ásia, enfim.
Kwan Yin é designada como uma Bodhisattva e que veio a se tornar conhecida nos Estados Unidos e na Europa, em decorrência do resultado da combinação do feminismo e da imigração dos mestres budistas para o Ocidente. Embora o Budismo tenha realmente sido introduzido nos Estados Unidos por causa dos acontecimentos políticos ocorridos no Século XIX, na Ásia, desde a Segunda Guerra Mundial, houve a real facilitação de intenso movimento religioso para o oeste. Desta forma, Kwan Yin é, portanto, considerada a Bodhisattva Celestial.
No Japão esta personificação da caridade é representada por meio de uma divindade masculina, chamada Kannon Bosatsu (pronuncia-se Kwannon). Ela é a mestra da hierarquia divina que trabalha na frequência da Misericórdia, Compaixão e Amor Incondicional. Há uma confiança implícita na graça salvadora e nos poderes curadores de Avalokitesvara Kwan Yin, e a simples invocação de seu nome a traz imediatamente ao lugar do chamado. Que a energia de Avalokitesvara Kwan Yin possa invadir seu coração agora como um perfume doce e suave e que você possa receber esta energia amorosa como dádiva Divina.
Vamos encontrar ainda, algumas Bodhisattvas que aparecem em tradições, mas devido às certas barreiras linguísticas podem ser vistas tais quais entidades separadas. Por exemplo, os budistas tibetanos acreditam em diversas formas de Chenrezig, que em sânscrito significa Avalokitesvara, Guanyin. Há outras grafias que surgem: Kwan Yin, Kuan-yin na China e na Coreia, Quan Am no Vietnã, além de Kwun Yum, Koon Yam em Cantonês, Koan-im, Koan-sè-im em Taiwan, Kuoe’in, Kuoezy’in em Shanghai.
O Monge Budista Chi-Tsang (nascido em 549, China – falecido em 623, também na China) fundador da Escolha dos três tratados, escreveu um comentário sobre o Lótus e explicou o nome de Kuan-Shih-Yin desta forma: “Kuan é a sabedoria, o conhecimento que percebe e shih-yin é a realidade que percebe. Quando realidade e sabedoria são mencionados juntos, nós temos o nome Kuan-shih-yin”.
Outra citação, repetida pelo comentarista Fa-yun’s (dinastia Liang da China e que viveu entre 467-529) elaborou quatro maneiras ou esquemas de interpretação do nome. Em seu comentário sobre o Lótus, disse que:

Kuan Shih Yin pode ser chamada de quatro formas. A
primeira é Kuan-Shi-Yin, que significa que ela salva pela
percepção dos sons do mundo. A segunda, Kuan-Shih-
-Shen (corpo) que significa que ele salva pela percepção
do carma corporal dos seres sencientes. O terceiro,
Kuan-Shih-i (intenções) que significa que ela salva pela
percepção do carma mental dos seres vivos. O quarto
Kuan-Shih-Yeh (karma) que contém três nomes prévios.

 

Comumente se usa o primeiro nome, Kuan-Shih-Yin porque se cria carma facilmente pela palavra (língua) e para respeitar o corpo é muito difícil, o que gera o sofrimento, as lágrimas.
Mas, é uma divindade chinesa, venerada, como estamos percebendo, e em diversos países da Ásia. No Budismo podemos encontrar a correspondência à Bodhisattva Avalokitesvara (em que representa a suprema compaixão de todos os Budhas). Ela também tem a condição de salvadora pela compaixão, e encontraremos na maioria das residências do Oriente altares erigidos em sua homenagem e para o culto respectivo familiar, assim também vemos em Templos, principalmente em grutas nos caminhos.
Se prestarmos atenção ao ar e ao vento, podemos ouvir orações dedicadas à mesma, à sua Chama Divina, que saem dos lábios dos devotos e discípulos, à medida que buscam fervorosamente orientação, socorro, bênçãos, em todas as áreas de suas vidas.
Assim vemos que Kwan Yin está presente intensamente na cultura oriental, e tem despertado muito interesse nas pessoas que desejam conhecê-la melhor, crescendo o número de devotos ocidentais que buscam ardentemente seus preciosos ensinamentos, reconhecendo-a como a Mãe Divina, associando-a ao trabalho feminino, principalmente nesta Era que estamos vivendo, Era da redenção humana.
Se procurarmos no contexto histórico, iremos encontrar o caráter e o exemplo desta Portadora de Luz, quem, de forma espontânea e movida pelo intenso amor, dedicou sua existência em prol de seus amigos, adotando a postura de intercessora e redentora. Não foi apenas em um período, mas durante séculos ela, Kuan Yin, foi o símbolo do grande ideal do Budismo Mahayana exercendo o papel de Bodhisattva (em chinês temos o termo p’usa) literalmente ou ser iluminado, destinado a ser no futuro um Buda, mas que, entretanto, prontamente
renunciou ao estado nirvânico, para simplesmente como um sacerdócio, um voto espiritual, salvar todas as crianças de Deus, ou seja, todos os seres sencientes.
Qual o significado deste nome Kuan Shi Yin? Ele é costumeiramente, na maioria das vezes, representativo de “aquela que considera, vigia, ouve, presta atenção às lamentações do mundo”. Ela ouve e escuta assim as dores, os gemidos de toda a Humanidade e não somente dos povos asiáticos. Isso ocorreu, ou seja, esta simbologia resultou do fato que, estando ela prestes a entrar no “Céu”, parou no limiar para ouvir os gritos do mundo.
Importante é que, ainda hoje há uma discussão, o que parece um tanto acadêmica, relativo à própria origem do culto a Kwan Yin, em sua forma feminina, ou seja, assim considerada em face de Avalokitesvara, Bodhisattva da compaixão do Budismo indiano, cuja adoração foi introduzida na China, mesmo porque, o que é importante é a fé, a devoção neste ser de luz, como intercessor ou intercessora, e seu intenso amor por todos os seres humanos.
Mas como será que ocorre a transformação chinesa de Avalokitesvara, de condição masculina para a feminina?
A importância de Kwan Yin para o Budismo do Leste Asiático e para China é, obviamente, algo familiar nestas culturas e vem despertando interesse da espiritualidade da Nova Era, desde os idos de 1970, em que muitos Americanos modernos têm ouvido o seu nome e buscado conhecê-lo mais amiúde.
Apesar da grande fama de Kwan Yin, há alguns estudos surpreendentes a respeito desta Bodhisattva. Trabalhos escolares japoneses e do oeste do Japão, tendem a concentrar determinados aspectos da arte e mesmo textuais acerca de Kwan Yin.
Como a maioria das famílias chinesas nos anos de grande tumulto e privação, crianças têm compartilhado quartos de cama com os pais e, às vezes, com os avós. Geralmente, logo de manhã e após o banho higiênico, o dia começa com a oferta de incenso para a estátua de porcelana, às vezes, branca de Kuan Yin, segurando um bebê, cantando um Dharani da grande compaixão, e recitando orações pessoais.
Por vezes se fala com Ela a respeito do que está preocupando as pessoas. Kuan Yin tem, efetivamente, sido para a maior parte do povo a “deusa da misericórdia”, tanto que a consideravam, em seu aspecto feminino, Salvadora e confidente. Há muitas histórias que as avós costumeiramente contam para as crianças, independentemente do grau de escolaridade. São muitas lendas tradicionais acerca de deuses, deusas, fantasmas e do submundo. Há uma história muito conhecida, a da princesa Miao Shan e contos também a respeito de milagres que aconteceram. Um desses milagres teria ocorrido numa Alvorada, às margens do Rio Yangtse em Wuhan, após o término da guerra. Narra-se que uma criança, sua avó, que possuía fé inabalável em Kuan Yin, juntamente com os familiares e um professor de História pós-graduado, esperavam há três meses para garantir assentos em um barco que os levaria para casa. Finalmente, a chance veio e toda a família que estava acampada na margem do Rio aguardava para subir a bordo. De repente a avó insistiu que não deviam embarcar porque tivera uma visão de Kuan Yin, em pé no meio do Rio, gesticulando com a mão direita em sinal de desaprovação, pois o navio não era seguro.
Os demais membros da família, inclusive o professor, relutaram diante da postura da avó. Contudo, esta era inflexível, e sua decisão foi finalmente acatada e todos se afastaram para aguardar nova oportunidade. Em seguida o navio deixou o porto, mas ao navegar sobre minas “plantadas” pelas mãos dos japoneses sofreu intensa explosão. Qual seria a chance de sobrevivência daquela família? Nenhuma. Portanto, se não fosse a advertência de Kuan Yin a família não teria sobrevivido à explosão.
Narrativas semelhantes a esta aqui mencionada há bastante na cultura Asiática e outras ainda que falam a respeito da princesa Miao Shan.
Pode-se perceber que a devoção a Kuan Yin é uma coisa fantástica e até contagiante, e se tornou um fato perfeitamente natural. A fé nela é algo supreeendente. Como e por que Avalokistesvara foi transformada em Kuan Yin, ser feminino, não é, entretanto, de fácil explicação.
Embora Kwan Yin tenha sido retratada tal qual um ser masculino, até o século X, com a introdução do Budismo Tântrico na China no século VIII, durante a dinastia T’ang, a imagem da celestial Bodhisattva – uma bela deusa vestida de branco – era predominante e o culto devocional a ela cresceu em popularidade. No século IX já havia uma estátua de Kwan Yin em cada monastério budista da China.

Apesar da controvérsia acerca das origens de Kwan Yin na forma de um ser feminino, a representação de uma Bodhisattva, ora na forma de um deus, ora como uma bela deusa, não é vazia com a doutrina budista. As escrituras explicam detalhadamente que uma Bodhisattva tem o poder de encarnar em qualquer forma – masculino, feminino, criança e até animal – dependendo da espécie de ser que ele procura salvar. Este é um trabalho magnífico de um Ser tão especial, que não mede esforços para, de alguma forma, auxiliar, ajudar os seres humanos e todos os demais seres e reinos.
Vemos o relato no Sutra do Lótus, que a Bodhisattva Kuan Shih Yin, pode, em uma diversidade de formas e aparências, viajar pelo mundo, conclamando os seres à salvação. Pode ter a aparência de um jovem ou de um ancião; deficiente ou normal, e assumir a etnia de qualquer raça. Um exemplo muito simples, mas incrível, que poderá demonstrar a grandeza do trabalho desenvolvido por este ser, para compreensão mais efetiva, é o que cita uma famosa história.
Uma famosa história a respeito do aparecimento de Guanyin (观音现身) remonta a Dinastia Tang, durante o reinado do imperador Wenzong (唐文宗, 827 – 840 A.D.). Sabe-se que a capital da Dinastia Tang é Chang’an (Xi’an hoje em dia), uma grande cidade no oeste da China, uma cidade que está se transformando em sua imagem de Kuan Shih Yin, para os impérios do interior da Ásia.
Conta-se que o Imperador Wenzong tinha um passatempo especial que era comer amêijoas, e que pelo extremo gosto, ordenou amêijoas para três de suas cinco refeições, todos os dias. No entanto, com base na posição geográfica de Xian, ocorreu desde logo um grande óbice para trazer moluscos do mar para o palácio imperial. Ainda que se alimentar dessa iguaria significasse para o imperador a realização de grande prazer, para milhares de pessoas representava trabalho árduo. Para garantir a frescura dos moluscos, todos os dias, mesmo antes do amanhecer, os moluscos eram recolhidos pelos pescadores do mar de Zhejiang, embalados em água fria, areia molhada e gelo, e, posteriormente eram carregados e rapidamente seguiam em direção ao palácio imperial.
Obviamente, que se tratava de grande sacrifício somente para agradar a preferência alimentar do imperador. Dia após dia, o mesmo processo de trabalho, até que um incidente chocou todo o palácio. Um dia, o chefe real descobriu um molusco incomum, de grande tamanho. O molusco era enorme e vinte vezes a concha de costume, sendo certamente, um “molusco imperial” significativo para o próprio Palácio imperial. Como indicado o abridor oficial de concha intensificou a força para abri-la, porém, a concha se mantinha totalmente selada parecendo um ferro ou uma fenda da rocha na encosta do Monte Tai.
Imperador Wenzong ouvindo falar a respeito do tal molusco incomum ordenou a abertura da concha para que pudesse olhar seu conteúdo. De repente, e milagrosamente, o molusco começou a se abrir automaticamente.

O imperador engasgou, engoliu a seco com o que viu. Ali, em pé, no interior da concha, estava uma miniatura com detalhes finos da surpreendentemente doce estátua da Deusa da Misericórdia, a Bodhisattva Guanyin, muito bem esculpida. O que mais surpreendeu o Imperador foi o que Guanyin, subitamente, disse por sua linda expressão: “Os trabalhadores têm de fazer grandes esforços para o seu próprio prazer, e você tem tanto que perseguir o povo e desperdiçar o seu dinheiro”.
Em seguida, o Imperador percebeu que Guanyin, que ouve até mesmo o menor apelo à Misericórdia Divina, a voz do mais ínfimo súdito do império, tinha tido piedade dos homens do barco, os pescadores, dos homens do carreto e dos cavaleiros em revezamento, até mesmo dos cozinheiros reais, que tinham trabalhado bravamente para servir ao seu gosto e capricho real.
O Imperador percebeu que o propósito de Guanyin em aparecer no grande molusco era o de avisá-lo, que ela iria vigiar a Humanidade em tempos de medo e perigo e proteger os que clamassem por ela. Isto é realmente magnífico. Kwan Yin já era também conhecida no Extremo Oriente antes do advento do Budismo.
Dentre suas várias encarnações na China, a mais conhecida foi como filha do Imperador Miao Chunang Wang da Dinastia Chou, 700 a.C.. Diz a lenda que ela se determinara a seguir uma vida religiosa, tendo se recusado a casar, apesar das ordens do seu pai, e das súplicas dos seus amigos. Aí, por ordens do seu pai, foi ela submetida às mais árduas tarefas, que de forma alguma enfraqueceram o seu zeloso amor por Deus.
Enraivecido pela sua devoção, seu pai ordenou que fosse executada, mas quando a espada a tocou partiu-se em mil pedaços. Ele, então, ordenou que fosse asfixiada, mas quando a sua alma deixou o seu corpo e desceu até o inferno, transformou-o em paraíso. Transportada em uma flor de lótus até a Ilha de P’ooto, próxima a Nimpo, aí viveu durante nove anos, curando os enfermos e salvando marinheiros do naufrágio.
Certa vez, quando soube que seu pai estava muito doente, cortou um pedaço da carne dos seus braços, e a usou como um remédio que lhe salvou a vida.
Em gratidão, ele ordenou que uma estátua fosse erigida em sua honra, comissionando ao artista que a representasse com “olhos e braços completamente formados”. Entretanto, o artista compreendeu mal, e até hoje Kwan Yin algumas vezes aparece representada com “mil braços e mil olhos”, sendo capaz dessa forma, de olhar e cuidar de todo o seu povo sendo também chamada de Avalokitesvara.
Ela hoje é madrinha da Nação Chinesa, onde se encontram altares em todos os lugares, em lojas, restaurantes, e até em para-lamas ou painéis de carros. Há uma confiança implícita na graça salvadora e poderes curadores de Kwan Yin. Acredita-se que até mesmo a mera invocação de seu nome a traz imediatamente ao lugar do chamado.
Kwan Yin fez o voto de Bodhisattva, para trabalhar junto às evoluções deste planeta e deste sistema solar para mostrar o caminho dos Ensinamentos dos Mestres Ascensos. Ela diz que enquanto houver uma única alma sofrendo na Terra, Ela estará presente sempre que for invocada, com o devido respeito e reverência.
É o que acontece também quando a mulher que se liga a Kwan Yin, por um laço decorrente do pleito de Misericórdia – significando dizer o pedido que faz a ela com a força da luz de seu coração –, suplicando por receber bênçãos de gerar uma criança, movimenta a Bodhisattva, membro do chamado Tribunal Cármico, que perante este Conselho vai defender aquela causa, postulando que uma alma que esteja preparada para o processo encarnatório seja autorizada a descer aos planos inferiores, ou seja, a oitavas inferiores.
Neste momento começa, então, a sessão em que a Justiça Divina vai cobrar dessa mulher, uma vez encarnada, os erros e a violação da lei, quer nesta existência, quer em outra pretérita. Exatamente aí, na balança de pesos e medidas, é que vai sobressair a Misericórdia Divina, sendo atendidos os rogos e súplicas.
Significa dizer que, Kuan Shi Yin, além de tudo que também é a madrinha destas almas e das gestantes, inclusive para acompanhá-las até o nascimento, quando sutilmente no momento do primeiro respirar instila uma gota do néctar divino que traz em sua cânfora. Isto é magnífico.

 

 

 

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