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Reflexões Espiritualistas: Alma e Coração

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Deus nasce mais forte em nós
depois de cada vitória.
Depois de cada problema superado.

 

A alma pode ser definida como a parte invisível de todo ser vivo, constituída por sentimentos. Ainda é um mistério sentir ou captar o que os outros pensam; somos seres dotados de dúvidas e de desconfianças.
É preciso aprender a dar mais vazão à alma, a penetrar neste universo de sentimentos para obter respostas às dúvidas que temos todos os dias.
Existe certa aproximação poética entre alma e amor, coração e coragem. O amor é inspirado pela alma, e o coração, pela coragem. O amor nos dá coragem para sair das nossas limitações em busca do impessoal e do impossível.
A imensidão é isto: sair das limitações, dos preconceitos, do seu único e exclusivo ponto de vista e da autoilusão – é amar a si próprio.
Os antigos filósofos acreditavam que a alma estava espalhada pelo corpo, sendo responsável pela consciência e pela vitalidade dele. A alma
significa um poder invisível, como um ser distinto, parte do nosso ser vivente, manifestando-se por meio de atos, pensamentos, ideias e expressando o que há de mais intenso no amor.
A principal designação da alma, quando indagada, é o “sopro”. A própria etimologia da palavra se relaciona ao sopro e ao ar. A alma é também representada como uma substância luminosa, sob a forma de uma chama ou de um pássaro. Muitos gregos acreditavam que o coração era o zelador da alma, que é representada como psique ou anima, cujo significado é o princípio da vida. Na literatura teológica encontramos a palavra pneuma; o sopro puramente espiritual que se dirige para as regiões celestes. A noção de pneuma, ou seja, a mescla de ar e de calor vital é muitas vezes identificada como o fogo puro do éter ou a alma do mundo. É a representação máxima da nossa parcela divina e cabe a cada um de nós fazer com que ela seja o veículo inteligente para que atuemos da mesma maneira na nossa vida terrena.

Como não dar vazão a algo tão poderoso como a alma? Para amar de verdade é importante deixá-la livre e respeitá-la como uma força
transformadora.
O ser humano não é distinto do espiritual, mas um ser com um espírito materializado. O mais importante é que seus atos sejam elevados,
seguindo o mesmo padrão da sua consciência espiritual.
Depois da superação de cada problema, Deus nasce ainda mais forte em nós. Nosso corpo é como um diamante que, aos poucos, é lapidado com o sofrimento, com a luta e com a nossa busca incessante. Uma maravilhosa experiência da natureza que nos torna mais cônscios para a beleza de viver a vida.
Viver não necessita de aprovação, pois, por si mesma, a vida já é aceita. É a vida que gera, nutre, acrescenta, cultiva, aperfeiçoa, mantém e
abriga todos os seres. A vida produz, mas não possui; ela atua sem nada ter; promove sem dominar. E é nisso que consiste seu mistério. A vida é forte e magnífica em sua própria essência, mas se mantém sempre quieta na fragilidade e na humildade.
Alguns reagem constantemente aos fatos do dia a dia de modo abrupto, sem que o pensamento interfira. Deixe que os fatos aconteçam de maneira mais serena, para que a luz transite de acordo com seu merecimento. Assim, o corpo se torna espiritualizado e o espírito concreto.
Temos em nós mesmos nosso Centrum Natural, se fizermos de nós um anjo, purificando nossa mente e nossa alma, seremos esse anjo. Se
fizermos de nós seres instintivos, viveremos “comprando brigas”.

O ser humano é aquilo que pensa, é aquilo que imagina. Se pensar constantemente na guerra, será guerra. Se pensar no fogo, será fogo, se
pensar no amor, será amor. Ao aceitar a vida com amor, você se torna mais verdadeiro alcançando o religare (ligar-se novamente) com Deus,
independentemente de sua crença. Somos unos, somos deuses.

 

 

 

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