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O que é Terapia Holística?

Holistica

Afinal, o que é Terapia Holística?

Qual a diferença entre alopatia e holismo?

Terapia holística. Terapia alternativa. Terapia energética. Terapia sinergética. Terapia vibracional. Terapia tradicional. Terapia complementar. Terapia naturista. Terapia natural. Há no mercado diversas denominações, mas trata-se de uma mesma terapia. A Organização Mundial da Saúde tem preferido utilizar o termo medicina complementar ou medicina alternativa para abordar o mesmo assunto.

A alopatia tenta descobrir onde se encontra o problema físico para eliminá-lo ou controlar o presumido distúrbio orgânico; em momento algum possui o princípio da observação do estado ou do histórico psicoemocional. O médico também não executa anamnese alguma além de sua especialidade ou do que o paciente chegou se queixando. Por exemplo, se uma pessoa foi acometida de uma gastrite, o médico indica o tratamento necessário para aliviar o problema, seja por intermédio de um antiácido ou de uma dieta alimentar.

O holismo busca entender o todo do indivíduo, a relação entre os diversos planos, do físico ao espiritual. O órgão afetado não é considerado a causa do problema, mas uma possível somatização. O conceito inicial é o inverso da alopatia. No entanto, o terapeuta sempre orienta na busca de um alopata quando o problema assim o exigir, e explica ao paciente a causa. Seguindo o exemplo anterior, poderíamos deduzir que a gastrite – localizada no estômago e que por sua vez é regido pelos campos energéticos do corpo mental, do chacra do plexo solar e do meridiano do estômago – talvez pudesse ser originada de ansiedade, estresse, medo do futuro, obsessão, utopia, insatisfação profissional ou afetiva. Caberá ao terapeuta descobrir quais dessas causas estariam ocasionando a gastrite e, neste caso, ele a trataria em várias sessões com óleos essenciais, luz colorida, cristais, meditação, autossugestão, etc.

A busca de um tratamento adequado é sempre uma decisão muito pessoal, no entanto, vale sempre o bom senso. Se a pessoa possui algum órgão comprometido, uma inflamação, por exemplo, deve procurar a alopatia e complementar com a terapia holística. Se ela busca autoajuda e autoconhecimento, então, o melhor campo é o holístico. Em todo caso, é bom saber que a cura holística difere da abordagem da medicina ortodoxa, e que ambas possuem suas vantagens e desvantagens. Observe:

Alopatia

Vantagem: a consulta dura em média 15 minutos, e a medicação age rapidamente em todos os casos.

Desvantagem: dependendo do comportamento e da atitude do paciente, o distúrbio pode voltar ou se agravar; além disso, o remédio provoca efeitos colaterais.

Holismo

Vantagem: auxilia a dinamização da cura e a superação dos problemas psicoemocionais que cessam em médio prazo, uma vez que o paciente desenvolve novos valores, hábitos e paradigmas.

Desvantagem: a consulta dura em média uma hora; o terapeuta não pode aviar remédios alopáticos para eliminar imediatamente algum desconforto. Tão pouco poderia avaliar a gravidade ou a extensão de uma doença.

A cura holística possui maior dificuldade em interagir com o corpo físico do que a alopática e, por tal razão, muitas vezes é mais fácil tomar um remédio do que recorrer a várias sessões de aromaterapia, cromoterapia e meditação. No entanto, muitos medicamentos sintéticos não fazem efeito em determinados indivíduos, e a garantia eficaz de uma cura dependerá exclusivamente do paciente e de até onde ele deixou a doença progredir. Um terapeuta holístico sabe que existem razões transcendentais pelas quais uma pessoa não responde prontamente a um tratamento convencional ou alternativo para o resgaste da saúde. Pode ser que ela não tenha atingido a maturação emocional, mental ou, até, espiritual; igualmente, poderia estar encerrada em conteúdos materialistas, daquilo que só ela considera importante ou não aceitando um novo modelo comportamental.

A terapia holística compreende que toda doença se encontra, inicialmente, instalada na aura ou nos chacras. Isso resulta na busca em compreender o complexo energético do corpo humano para curar o todo e não a parte afetada. As pessoas necessitam entender que um médico e um terapeuta não são deuses e não praticam milagres – eles apenas indicam o caminho da cura; todavia, é necessária a participação ativa do paciente com mudança de hábitos, sejam alimentares, de higiene ou de paradigma, para que haja um bom resultado. Outra questão importante a ser observada na dinâmica alopatia versus holismo é que nem sempre a cura pode representar o regresso à saúde; porém, a saúde plena sempre será sinônima de autocura imediata e, nesse caso, o emprego da terapia holística preencherá uma lacuna essencial no tratamento de qualquer doença ou distúrbio.

Apesar de toda discussão que possa existir, não poderemos negar a importância da medicina alopática em nossa sociedade. Ela tem erradicado inúmeras doenças que eram consideradas incuráveis, como a pneumonia, por exemplo, cujo vírus já levou milhares de pessoas à morte. A expectativa de vida subiu graças ao avanço científico, com a descoberta de inúmeras vacinas, a melhoria dos alimentos e o saneamento básico. Entretanto, o avanço vertiginoso da ciência nos dois últimos séculos contribuiu para o rápido empobrecimento espiritual ao observar o ser humano apenas como uma fantástica máquina biológica.

A medicina ortodoxa estuda exclusivamente o físico, e a terapia holística, a energia sutil. A primeira se encontra abalizada na anatomia orgânica, nas reações físico-químicas e seus circuitos bioelétricos, a outra, no complexo da aura, chacras, meridianos, no universo espiritual. Com absoluta certeza, a medicina alopática é eficaz no tratamento de um câncer, de um transplante e de milhares de doenças físicas que possuímos. Mas, e depois? Como cuidar daquele ser humano? De que forma se pode resgatar a dignidade e a autoestima? Ou melhor, qual a fórmula para evitar ou prevenir tais distúrbios? Os profissionais ortodoxos exortam que é só deixar o cigarro, fazer exercícios e se alimentar de forma equilibrada. A medicina ortodoxa alude somente ao organismo. Se não incluirmos uma terapia que suporte o complexo energético e espiritual do homem, a doença pode se tornar recorrente ou, talvez, na pior das hipóteses, ela nem se findará.

Recentemente, cientistas têm argumentado sobre a medicina espiritual e de que forma a fé pode prevenir, ajudar ou até curar o indivíduo; também pesquisam incessantemente as alterações cerebrais e os estímulos bioquímicos que ocorrem nesse misterioso mundo da religiosidade. Talvez, daqui a algumas décadas, as pessoas esqueçam que a homeopatia, o floral, a acupuntura, a ioga, a meditação e a fitoterapia tenham sido ridicularizadas por muitos profissionais materialistas. De qualquer forma, acredito que os homens da ciência não são máquinas, eles possuem alma e coração, devem amar e sofrer como qualquer mortal – desejam muito carinho, afeto e beijo na boca. Então, ainda acredito na transcendência deles.

A intolerância, o egoísmo, a falta de amor próprio, a hesitação, a desorganização mental, a sobrecarga profissional, os relacionamentos difíceis ou os hábitos alimentares inadequados são alguns dos fatores que podem colocar o sistema orgânico em desequilíbrio, gerando doenças psicossomáticas ou, inclusive, desenvolvendo algum distúrbio preexistente ­geneticamente. Basicamente, podemos resumir que a doença é um desequilíbrio que atinge o corpo físico; o pensamento e o sentimento; a aura e os chacras; a energia vital e o mundo espiritual.

No decorrer das lições do livro Curso Completo de Terapia Holística e Complementar, você pode observar que a aplicabilidade da terapia holística se encontra na lei da correspondência, e com esta podemos adaptar qualquer sistema, um ao outro, bastando depreender a relação. Por exemplo: a cor azul acalma, o cristal rosa fornece a paz, o óleo essencial de cedro eleva o espírito, o incenso de jasmim harmoniza o coração, o floral Impatiens traz compreensão, a música new age estimula o bem-estar – todos esses elementos combinados produzem uma poderosa sinergia de força espiritual que faz mudar os padrões sutis da energia humana rumo ao equilíbrio interior.

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